
O documentário brasileiro A Próxima Mordida (La Mordida Del Tiburón), de Ângelo Lima, e a produção holandesa Gimme a Hug (Dê-me um Abraço), de Geert Droppers, dois concorrentes da Mostra Competitiva do XI Festival Internacional de Cinema Ambiental revela a dupla face do tubarão, uma das espécies mais temidas da fauna marinha.
Exibidos na noite de quarta-feira, 17, no Cinemão e Teatro São Joaquim, com casa lotada, as produções provocaram questionamentos sobre o comportamento instável e ao mesmo tempo dócil do tubarão. Em A Próxima Mordida, o diretor Ângelo Lima registra fatos e depoimentos de vítimas de ataques violentos do animal na região metropolitana de Recife, em Pernambuco. A obra é um verdadeiro alerta: como a degradação do meio ambiente vem refletindo negativamente no habitat e alterando o ciclo natural da espécie, causando uma reação adversa do animal.
Por outro lado, em Gimme a Hug – Dê-me um Abraço, Geert Droppers mostra o perfil domável do tubarão, tido como um dos mais importantes predadores dos oceanos. É possível acalentar, acariciar e até mesmo carregar um tubarão no colo?! Parece incrível, mas isso não é história de pescador. As imagens do documentário revelam essas e outras facetas e trazem um importante alento para as questões de preservação do animal, que já figura na lista brasileira de espécies ameaçadas de extinção.
Um mundo sem peixes é o foco do longa-metragem A Sea Change (Uma Mudança no Mar), de Bárbara Ettinger, primeiro documentário sobre a acidificação oceânica, o outro lado do aquecimento global, exibido na Mostra. Também na programação os curtas: Aqui, do diretor Torquato Joel, que traz uma visão pitoresca do cenário da terra, e Angel (Anjo), de Agnieszka Skolik, que remete a um panorama entre o sertão e o mar.
A Mostra Competitiva prossegue nesta quinta, 18, a partir da 14 horas, no Cinemão e Teatro São Joaquim, na Cidade de Goiás. E começa com o vídeo documentário A Árvore da Música, de Otávio Juliano.
Exibidos na noite de quarta-feira, 17, no Cinemão e Teatro São Joaquim, com casa lotada, as produções provocaram questionamentos sobre o comportamento instável e ao mesmo tempo dócil do tubarão. Em A Próxima Mordida, o diretor Ângelo Lima registra fatos e depoimentos de vítimas de ataques violentos do animal na região metropolitana de Recife, em Pernambuco. A obra é um verdadeiro alerta: como a degradação do meio ambiente vem refletindo negativamente no habitat e alterando o ciclo natural da espécie, causando uma reação adversa do animal.
Por outro lado, em Gimme a Hug – Dê-me um Abraço, Geert Droppers mostra o perfil domável do tubarão, tido como um dos mais importantes predadores dos oceanos. É possível acalentar, acariciar e até mesmo carregar um tubarão no colo?! Parece incrível, mas isso não é história de pescador. As imagens do documentário revelam essas e outras facetas e trazem um importante alento para as questões de preservação do animal, que já figura na lista brasileira de espécies ameaçadas de extinção.
Um mundo sem peixes é o foco do longa-metragem A Sea Change (Uma Mudança no Mar), de Bárbara Ettinger, primeiro documentário sobre a acidificação oceânica, o outro lado do aquecimento global, exibido na Mostra. Também na programação os curtas: Aqui, do diretor Torquato Joel, que traz uma visão pitoresca do cenário da terra, e Angel (Anjo), de Agnieszka Skolik, que remete a um panorama entre o sertão e o mar.
A Mostra Competitiva prossegue nesta quinta, 18, a partir da 14 horas, no Cinemão e Teatro São Joaquim, na Cidade de Goiás. E começa com o vídeo documentário A Árvore da Música, de Otávio Juliano.
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