A
geografia privilegiada do Rio de Janeiro dotou
nossa cidade de mais de 34 km. de exuberantes
praias, que ajudaram a tornar o Rio conhecido
mundialmente. Ao longo do tempo, muitas delas
foram sendo ocupadas, modificadas e criadas, nem
sempre procurando aprimorar a relação entre
conservação e uso racional.
Para cada morador, as praias são como uma
extensão de suas casas, fazendo parte do dia a
dia de todos os que aqui moram ou estão em
visita. E esses números crescem a cada dia.
Mais habitantes, melhores condições de acesso
para a periferia e o incremento do turismo em
nossa cidade, geraram um forte aumento no número
de freqüentadores das praias cariocas. Vem
crescendo substancialmente a demanda por
serviços, com mais conforto e comodidade, nas
suas horas de lazer. Ao mesmo tempo, exigem
praias mais limpas, organizadas e que contem com
a infra-estrutura necessária para que se possa
manter ao máximo esse tênue equilíbrio.
A
falta de banheiros em quantidade adequada nas
praias, gera profundos impactos nesse
ecossistema. De acordo com o Ibope (ver dados),
anualmente as praias do Rio recebem 156 milhões
de visitas, considerando que uma mesma pessoa
faça várias visitas ao longo deste tempo. Se,
conservadoramente, 30% desses visitantes fizerem
uso das areias ou do mar para suas necessidades,
na base de 200ml de urina por pessoa, serão
9.360.000 litros de uréia em nossas praias!
Volume que corresponde a quase 2 lagoas Rodrigo
de Freitas por ano !!!
Após quase 10 anos sem qualquer intervenção
que as modernizasse, as praias do Rio tem a sua
disposição um projeto que equilibra a
recuperação paisagística e das suas
condições de uso, com a oferta de serviços
tão necessários incorporados de infra-estrutura
de ponta, que irão colocá-las novamente como
padrão de referência entre os maiores e
melhores balneários do mundo.
Conheça o novo projeto a ser implantado
nas praias cariocas: