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Reforma do Código Florestal: mais verdinho que amarelinho ou tudo pelo verde-dólar

Publicado . em Ivan Marcelo Neves

ivan_marcelo_nevesIvan Marcelo Neves - Secretário Executivo do ISABI - Instituto Socioambiental da Baía da Ilha Grande - Consultor Técnico em Meio Ambiente - CREA RJ 2001744158 - O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

A reforma do Código Florestal é tão preocupante que não sai do noticiário, mesmo em plena Copa do Mundo. O texto proposto pelo deputado federal Aldo Rebello (PCdoB-SP) tem recebido mais críticas do que seleção mal escalada, ao defender a anistia aos que devastaram, a redução das áreas de proteção nas margens dos rios e o plantio em topos de morro. Para os ambientalistas, mudar o Código criado nos anos 60 é mexer no time para agradar aos “cartolas” do desmatamento.

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Para onde vão os recursos dos royalties do Petróleo e Gás?

Publicado . em Ivan Marcelo Neves

ivan_marcelo_nevesIvan Marcelo Neves - Secretário Executivo do ISABI - Instituto Socioambiental da Baía da Ilha Grande - Consultor Técnico em Meio Ambiente - CREA RJ 2001744158 - O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

A maioria dos problemas e das soluções que dizem respeito aos municípios começam e terminam neles mesmos, mas muitos esquecem disso. Agora mesmo, com o debate sobre a redistribuição dos royalties do petróleo e gás, os estados produtores brigam com os não produtores e pouco se fala nas cidades. Afinal, são elas – e sua população – que, por sofrerem os impactos diretos da atividade exploratória, deveriam ter assegurado participação no controle do processo decisório sobre esse assunto. Entretanto, por administrarem parte considerável desses recursos, não os destinam, como deveriam, à preservação do meio ambiente e à mitigação dos impactos inerentes à cadeia produtiva de petróleo e gás. E a sociedade fica sem saber porque.

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Pedra de 500 t atrapalha tráfego na rodovia Rio-Santos

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ivan_marcelo_nevesIvan Marcelo Neves - Secretário Executivo do ISABI - Instituto Socioambiental da Baía da Ilha Grande - Consultor Técnico em Meio Ambiente - CREA RJ 2001744158 - O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Segue a triste ironia do destino em que vive o município de Angra dos Reis com relação a Rodovia Rio-Santos! Uma pena que nenhuma autoridade pública Federal, Estadual e Municipal até o momento foi penalizada judicialmente com os "rigores" da lei diante da falta de segurança desta estrada pois, são essas autoridades públicas que aprovam o simulado do PLANO DE EMERGÊNCIA das usinas nucleares Angra I e II, realizado a cada dois anos em nossa cidade, para testarem a retirada da população pela rodovia RIO - SANTOS num eventual e muito remoto sinistro, que possa envolver as atividades nucleares instaladas neste município.

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Para salvar vidas, para reavivar valores

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Por Ivan Marcelo e Rogério Rocco *

O rio de lixo que desceu das encostas cariocas e fluminenses, nas tragédias das últimas chuvas, deixou mais evidente um dos maiores problemas ambientais enfrentados pela Baía de Guanabara. Sem planos eficientes de reciclagem e de destinação final adequada de resíduos sólidos, o lixo que não é lixo continuará matando pessoas, contaminando o solo e o subsolo, e manchando a reputação ambiental do Estado que, em breve, sediará a próxima Cúpula Terra – encontro das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (vinte anos após a RIO 92), jogos da Copa do Mundo e as Olimpíadas.
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Quem Planta Carlos Minc colhe barragem, nuclear, carvão, agrotóxicos...eo Desmonte da Legislação Ambiental em curso

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FBOMS - Fórum Brasileiro de ONG’s e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento Sustentável

O Governo Federal conseguiu com mérito avançar na mitigação de graves problemas sociais que há muito tempo envergonham o nosso país. A distribuição justa de renda é condição essencial rumo à cidadania e nós do movimento socioambiental que atuamos ativamente nesse território apoiamos as medidas adotadas pelo Governo para conquistar a estabilidade socioeconômica e tirar da pobreza uma parcela significativa da população que vivia a mercê da própria sorte.

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O Meio Ambiente Angrense e a Degradação Ambiental Municipal

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Os transtornos resultantes do crescimento espacial da cidade e da sua população fazem com que a população hoje seja superior aos 119.247 habitantes (IBGE, 2000), contabilizados à época do censo, tendo sido a arrecadação de impostos municipais no ano de 2005 de cerca de R$ 237 mil, de acordo com informações colhidas junto a Controladoria Geral do Município.