REBIA
Clique no mapa para
obter informações
gratuitas e participar
de debates ambientais sobre a sua região


REBIA - Conheça a Rede e Cadastre-se aqui
Assista a apresentação da REBIA ( Flash )
Campanha da REBIA
Capture logos e banners
Conselho Gestor e Editorial
Enquete sobre a REBIA
Parceiros da REBIA
Fundador da REBIA
Histórico da REBIA

EDITORIAS

» Agenda 21
» Ecoturismo
» Energia
» Saneamento
SERVIÇOS DA REBIA
»Banco de teses,
monografias e textos
importantes
» Dicionário Ambiental
» Imagens Ambientais
» Links do Ambiente
» Palestras Grátis
SERVIÇOS ESPECIAIS
DE PARCEIROS
» Calcule sua emissões
» Consulta e processos
» Informações sobre
 Agrotóxicos
» Mapa das RPPNs
» Produtos Perigosos
» Sensoriamento Remoto e imagem de satélites
» Testes ambientais
» Velocímetro - Teste sua conexão
CIDADANIA AMBIENTAL ATIVA
» Áreas de Riscos
» Banco de projetos e
    experiências
» Campanhas
» Como Criar ONGs
» Como Fazer Projetos
» Denúncias
» Lista de ONGs
» Onde Obter Recursos
» Problemas ambientais
EDIÇÕES ANTERIORES DA REVISTA DO MEIO AMBIENTE
EDIÇÕES ANTERIORES DO JORNAL DO MEIO AMBIENTE
BANCO DE NOTÍCIAS


»
Outros meses

»
Cadastre-se aqui para receber notícias diárias GRÁTIS

SOBRE O PORTAL
Cadastre-se
Código de Ética
Como Anunciar
Como Assinar
Estatísticas
Expediente
Política para Releases
Prêmios
SUA OPINIÃO, SUGESTÃO DE PAUTA, COMENTÁRIOS
Fale Conosco

Sua Opinião e Comentário

Enquetes

 

 

 

 

 

 

 

Estadisticas Gratis
courses: .fr.tw.cn.ru

EMBU GRITA POR SOCORRO –ÁREAS VERDES AMEAÇADAS

As matas em Embu das Artes estão ameaçadas com a introdução de um corredor empresarial no coração verde da cidade! Na “calada da noite” foi introduzida uma alínea no Plano Diretor decretando a criação de um parque industrial em área de remanescentes de Mata Atlântica em estágio avançado de recuperação mudando o zoneamento da região. Nos últimos 20 anos a Estância Turística de Embu perdeu 40% de seus remanescentes de Mata Atlântica e, com isso, parte importante das reservas hídricas que contribuem para o abastecimento da Grande São Paulo.
Veja abaixo outras informações e uma matéria mais abrangente, fotos e indicação de fontes.

Indaia Emília
Assessoria de Imprensa - Sociedade Ecológica Amigos de Embu
(11) 4781.1124 - (11) 9502.0918

EMBU GRITA POR SOCORRO –ÁREAS VERDES AMEAÇADAS

A Prefeitura (PT) da Estância Turística de Embu – Terra das Artes – alterou o projeto original do Plano Diretor da cidade elaborado com o auxílio do Instituto POLIS e introduziu, à revelia nas vésperas de sua aprovação, um item que cria um corredor industrial em plena região de áreas verdes (Mata Atlântica) do município.

Tal medida acarretará a deterioração e destruição de um dos últimos remanescentes do “pulmão verde” da Grande São Paulo.

Moradores e simpatizantes da Terra das Artes entregaram ao Prefeito um abaixo-assinado com mais de 6.000 assinaturas solicitando a alteração do item da Lei que instituiu, na Rua Maria José Ferraz Prado, bairro de Itatuba, sem a aprovação da população, um corredor empresarial e industrial.

A sociedade espera que o turismo ganhe um espaço maior no município, pois é uma excelente alternativa para o desenvolvimento sócio-econômico, em gritante contraste à pretensa destinação fabril. O turismo gera inúmeros empregos locais, enquanto que a indústria, cada vez mais automatizada, requer um número sempre menor de técnicos e especialistas, freqüentemente residentes em outras cidades. Além disso, o turismo ecológico, rural, histórico e artístico são a vocação natural da Estância Turística de Embu.

O município de Embu, famoso por sua Feira de Artes e Artesanato, tornou-se conhecido internacionalmente pelos movimentos de defesa da Natureza em que se destacaram a realização de Simpósios Ecológicos, a luta contra a instalação do Aeroporto Metropolitano em Caucaia, o escândalo da “Passarinhada”, os portos de areia e tantos outros, que lhe valeram o título de Capital da Ecologia.

Além disso, graças aos esforços de membros da sociedade local, o município se tornou um dos pioneiros na aplicação da Agenda 21 Escolar, com reflexos extraordinários junto aos professores e alunos.

Diante desse histórico, moradores que lá se fixaram sob a garantia de leis vigentes, ao lado de simpatizantes do município e defensores do meio ambiente, representados pela Sociedade Ecológica Amigos de Embu, aguardam pronunciamento do Prefeito Geraldo Leite da Cruz (PT) referente ao abaixo-assinado, bem como acreditam que a Representação feita junto ao Ministério Público irá impedir a instalação de indústrias na região, em virtude da inconstitucionalidade da Lei.

PREFEITURA DE EMBU AGRIDE ÁREAS VERDES

A Prefeitura da Estância Turística de Embu está promovendo a destruição de grande área de matas nativas do município, remanescentes de Mata Atlântica em estágio avançado de recuperação, e dos mananciais através de mudança na lei de zoneamento do município.

Modificando as diretrizes apontadas de estudo abrangente do Instituto POLIS, que analisou e pesquisou o município e gerou uma proposta avançada de Plano Diretor, a Prefeitura Municipal de Embu destinou áreas originalmente recomendadas para o desenvolvimento de atividades ecoturísticas e de turismo rural, para a implantação de indústrias e comércio no coração verde do município, ao longo da Rua Maria José Ferraz Prado, no bairro de Itatuba.

Embu conta hoje com cerca de 50% de seu território preservado, com a ocorrência de remanescentes de Mata Atlântica e espécies animais ameaçadas de extinção, tais como o Macaco bugio (Alouatta fusca) (Lista Oficial do Ibama), o Gavião pega-macaco (Spizaetus tyrannus), Araponga (Procnias nudicollis), Pavão-do-mato (Pyroderus scutatus) (Atlas Ambiental do Estado de São Paulo), além de tucanos, periquitos, jacus, ouriços, esquilos, entre tantos outros.

A população do bairro de Itatuba, nas proximidades da região ameaçada pela nova lei de zoneamento do município, já iniciou movimentação para impedir que o crime ambiental pretendido pela Prefeitura seja impetrado. Foram encaminhadas ao Prefeito Geraldo Cruz mais de 6.000 assinaturas solicitando a preservação do meio ambiente da região de Itatuba e adjacências.

O Conselho de Meio Ambiente do Município (COMAM) solicitou a formação de uma Câmara Técnica para estudar o assunto do Corredor Empresarial ao longo da Rua Maria José Ferraz Prado.

A Câmara Técnica, constituída por técnicos e especialistas residentes no município, detectou erros grosseiros na Lei do Plano Diretor, indicando, inclusive, a ilegalidade da Lei. Também documentou a existência de remanescentes de Mata Atlântica e espécies animais ameaçadas de extinção, protegidas por legislação federal.

A Câmara Técnica apresentou alternativas para o desenvolvimento sócio-econômico da região, apontando as excelentes oportunidades que o turismo oferece para o município. Os resultados da Câmara Técnica foram apresentados ao Prefeito Geraldo Cruz, que não se manifestou até o momento. No entanto, continuam as ocupações de áreas protegidas, com a instalação de galpões industriais, desmatamentos e cortes profundos nos fortes aclives da região.

Embu é o centro turístico e cultural mais antigo da Grande São Paulo, tendo surgido de uma vila de padres jesuítas no ano de 1554. Contando com casarões da época do Império, e abrigando um grande número de ateliers de arte, o Centro Histórico do Embu é uma atração de renome internacional.

Além disso, suas densas matas oferecem ao visitante possibilidades de contato com a Natureza e com produtores de flores, mel e verduras (turismo rural), a poucos minutos do centro de São Paulo!
Se tomarmos em consideração o surpreendente desempenho do turismo no Brasil, que hoje já responde pelo 3º lugar em divisas internacionais colhidas pelo país, somente atrás das exportações de grãos de soja e minério de ferro; os investimentos vultuosos do Governo Federal na área de turismo (R$1,5 bilhões entre maio de 2004 e abril de 2005); o fato de que para cada milhão a mais de turistas estrangeiros que chegam ao país são criados 700.000 novos empregos na área de serviços, e que as divisas internacionais projetadas para entrar no país através do turismo internacional em 2005 chegam à cifra de US$ 4 bilhões de dólares, com projeção do governo federal de atingir US$ 8 bilhões em 2007; o desenvolvimento de atividades de turismo ecológico, rural, histórico e artístico representam uma vocação natural do município, que a Prefeitura Municipal da Estância Turística de Embu parece ignorar!

Fontes:
Leandro David Dolenc
Presidente da Sociedade Ecológica Amigos de Embu
fone: (11) 4704.6426 (11) 9182.4690
e-mail: leandro.dolenc@e-communication.com.br

Paulo Nobre, Ph.D.
Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos - CPTEC
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE
fone: (12) 3186-8425
e-mail: pnobre@cptec.inpe.br

Dra. Eliana Segurado Goussain
Advogada
Fone: (11) 4704.4654 (11) 9856.5167

Prof. Antonio Luiz Cagnin
ONG: Ibioca
E-mail: antonioluizcagnin@yahoo.com.br

Constantinos Lambros Katsonis
Sociedade Cultural Hellenica “Paidéia”
Endereço: Alameda dos Tupiniquins, 750 ap 82 – 04077– Moema – S.P
Telefone: (11) 5051-1543 Fax: (11) 5051-9313


INSTITUTO FLORESTAL – vide Reserva da Biosfera – Cinturão Verde
Site - http://www.iflorestsp.br/

DECRETO FEDERAL N° 750, DE 10 DE FEVEREIRO DE 1993 – Dispõe sobre o corte, a exploração e a supressão de vegetação primária ou nos estágios avançado e médio de regeneração da Mata Atlântica, e dá outras providências.

LEI COMPLEMENTAR N° 72, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2003 - Dispõe sobre o Plano Diretor do Município de Embu, estabelecendo os objetivos, diretrizes e estratégias das políticas públicas municipais e as diretrizes gerais da política de desenvolvimento urbano e rural e dá outras providências. – vide artigos 11, 66, 67, 69 e 70.


Indaia Emília Schuler Pelosini
Assessoria de Imprensa SEAE
Fones: (11) 4781.1124 (11) 9502.0918
e-mail: indaiaemilia@indaiaemilia.com.br

Rua Maria José 1
Rua Maria José 2
Rua Maria José 3


Grandes Glebas

Fotografia aérea da Rua Maria José Ferraz Prado – áreas agrícolas e Mata Atlântica em estágio avançado de recuperação – na cor amarela delineamento das grandes glebas

Seriedade marca defesa do meio ambiente no Embu

Em resposta a informações incorretas e deturpadas de entidade ecológica, governo municipal esclarece a opinião pública

A respeito da implantação de um "corredor empresarial em área de remanescentes de Mata Atlântica" pela Prefeitura de Embu, como divulgou a Sociedade Ecológica Amigos de Embu (Seae), o governo municipal tem o dever de resgatar a verdade dos fatos.

De acordo com o Plano Diretor Municipal (Lei Complementar nº 72 de 23/12/2003), aprovado pela Câmara após ampla discussão com a sociedade civil, está prevista a destinação de área para corredor empresarial. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente esclarece que a rua Maria José Ferraz Prado, no bairro de Itatuba, não integra Área de Proteção de Mananciais (APM). Além disso, a prefeitura ressalta que o trecho correspondente ao corredor empresarial situa-se numa pequena extensão ao longo da via. Dos cinco quilômetros quadrados ocupados pelo bairro, apenas um quilômetro é destinado ao corredor. Porém, o governo municipal destaca, mesmo sobre o corredor incide toda legislação ambiental.

Ao contrário do que afirma a entidade ecológica, não apenas a rua ou a região do Itatuba está inserida na "Zona de Amortecimento ou Tampão", mas sim toda Embu das Artes integra a Zona de Reserva da Biosfera do Cinturão Verde estadual. É relevante lembrar ainda que o fato de possuir 60% do seu território em APM, além de ser positivo para que a cidade mantenha sob proteção legal suas reservas naturais, é também mais um dos atrativos turísticos da estância.

Mais informações erradas

Outras informações incorretas foram divulgadas pela Seae. No que diz respeito à vegetação existente na área, um parecer da Secretaria esclarece que não há no local "vegetação em estágio primário", isto é, intocada pelo homem. Ao contrário, a cobertura florestal existente é secundária, em estágio inicial e médio de regeneração.

Incorrendo em outro erro, a entidade afirma ainda que a fauna existente na área inclui espécimes em extinção, como "o macaco bugio (Alouatta fusca), o gavião pega-macaco (Spizaetus tyrannus), a araponga (Procnias nudicollis), o pavão-do-mato (Pyroderus scutatus)". Felizmente, afirma a Secretaria, em consulta à lista disponível no site do Ibama verifica-se que estes animais não figuram entre os ameaçados. Todavia, profissionais da área ambiental da prefeitura farão estudos mais detalhados no local.

O Plano Diretor de Embu das Artes, como importante instrumento legal do município, submete-se hierarquicamente às leis estaduais e federais. O Decreto Federal nº 750 (de 10/02/1993) – citado pela Seae – em seu artigo 5º dispõe que o uso parcial do solo para fins urbanos só é admitido quando estiver de acordo com o Plano e a legislação ambiental. Portanto, o Plano Diretor municipal e a forma de implantação do corredor empresarial estão de acordo com a lei. Segundo João Ramos, secretário de Meio Ambiente, vivemos felizmente num estado democrático de direito e todos podem se manifestar, expondo sua opinião, mas é preciso que as pessoas tenham compromisso com a verdade. Morador antigo do Itatuba e profundo conhecedor do município, Ramos observa que "a área, por ser um corredor natural há décadas, não tem vocação para o antigo zoneamento, portanto, é preciso determinar um uso comprometido com a sustentabilidade, mas também com vistas ao desenvolvimento da região", defende.

Conhecido por dialogar e incentivar a participação da sociedade local como um todo nos rumos da cidade, o prefeito Geraldo Cruz afirma lamentar que "o nome de uma entidade e o uso de informações tão importantes sobre a preservação ambiental, a fauna, sejam envolvidos de forma tendenciosa e falsa. Nesses cinco anos de governo é de conhecimento público que combatemos invasores e defendemos nossas reservas naturais até mesmo quando o assunto diz respeito ao Estado", salienta o prefeito. Mais informações sobre Embu das Artes, acesse: www.embu.sp.gov.br.

Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Embu das Artes, tel.: (11) 4785-3633.

Contatos:
Maria Regina Teixeira – comunica2@embu.sp.gov.br – tel.: (11) 9765-0863.
Cristina Santos – cristina.gabinete@embu.sp.gov.br – tel.: (11) 8244-6290.

LANÇAMENTO
O DESAFIO DE ESCOLHER

LANÇAMENTO!
Editora Paulus
COMPRE AQUI

ASSINE A REVISTA DO MEIO AMBIENTE

ED. Nº 17
Agosto 2008




ANUNCIE  NA PRÓXIMA EDIÇÃO. Reserve já!

 

O Portal do Meio Ambiente é uma publicação da REBIA - Rede Brasileira de Informação Ambiental, com sede à Trav. Gonçalo Ferreira, 777 - Casarão da Ponta da Ilha, Bairro Jurujuba, Niterói, RJ - Brasil cuja missão é democratizar a informação ambiental como forma de contribuir para formação e a mobilização da cidadania ambiental planetária. A REBIA não tem fins lucrativos e é feita por indivíduos e organizações parceiras que doam voluntariamente seus talentos, recursos e energias na certeza de que um mundo melhor é possível. Editado também de forma voluntária pelo escritor, jornalista e ambientalista VILMAR Sidnei Demamam BERNA, que em 1999 recebeu o Prêmio Global 500 da ONU Para o Meio Ambiente e, em 2003, recebeu o Prêmio Verde das Américas, entre outros. Contatos: vilmar@rebia.org.br / Telefax: (21) 2610-2272 (Os artigos assinados não traduzem necessariamente a opinião do Portal do Meio Ambiente).