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Entrevista: Especialista em controle de perda de água em sistemas públicos de abastecimento de água potável - Bernardo Itzicovitch - Enfoque: Consumo da água potável sustentável. Informações preliminares: Bernardo Itzicovitch é especialista em controle de perdas de água potável no sistema de saneamento básico (Adutoras de abastecimento publico) Inventor do método de economia de água em adutoras e eliminação dos rompimentos das adutoras...
AVALIAÇÃO DA PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE PARTICIPANTES DO PROGRAMA NACIONAL DE CAPACITAÇÃO DE GESTORES AMBIENTAIS DO MMA - FACULDADE BRASILEIRA / UNIVIX NÚCLEO DE ESTUDOS EM PERCEPÇÃO AMBIENTAL / NEPA - Este trabalho reporta, de forma sintetizada, os resultados de pesquisa estruturada e desenvolvida pelo Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA, da Faculdade Brasileira – UNIVIX (Vitória – ES), voltado à análise e quantificação da percepção ambiental de gestores ambientais do Estado do Espírito Santo, tendo como base programa desenvolvido pelo MMA em vários estados, operacionalizado no estado pela SEAMA, tendo como agente de treinamento a própria UNIVIX...
REFLEXÕES
SOBRE A ÁGUA: UMA CONTRIBUIÇÃO - POR
JOSÉ ROBERTO GUEDES DE OLIVEIRA
PERCEPÇÃO
DOS ATORES SOCIAIS QUANTO AS ALTERNATIVAS DE IMPLANTAÇÃO
DE SISTEMAS DE CAPTAÇÃO E APROVEITAMENTO DE ÁGUA
DE CHUVA EM JOINVILLE - SC - POR MÁRCIA REGINA CARLON
"Os
ciclos hidrológicos criam a ilusão de que a água
é um recurso infinito,..." - Monografia enviada
por Eliana Lima (30,1 Kb zip)
ANÁLISE
ESPAÇO-TEMPORAL DOS INDICADORES DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA
DA BACIA AMBIENTAL DO RIO IMBOASSÚ, MUNICÍPIO DE
SÃO GONÇALO/RJ (1980 – 2000) - AZEVEDO,
Jeferson de (D) & BIDONE , Edison Dausacker (O) - RESUMO:
Cerca de 40% da população mundial (2,4 bilhões)
não têm acesso a qualquer sistema de saneamento básico
e 1,1 bilhão de pessoas (18%) não dispõem
de água potável, segundo o relatório "Avaliação
Mundial 2000 do Abastecimento de Água e Saneamento",
produzido em parceria pelo Fundo das Nações Unidas
para a Infância e Adolescência (Unicef), a Organização
Mundial da Saúde (OMS) e o Conselho de Colaboração
para o Abastecimento de Água e Saneamento (CCAAS). De acordo
com o relatório, 98% das pessoas que não contam
com esses serviços vivem em países em desenvolvimento
(Ecologia e Desenvolvimento, 2000).
Cachoeiras
saltos leiloam-se - Coluna "Natureza ameaçada"
na revista Semana3 (www.semana3.com.br)
Barão Geraldo, Campinas, SP Autor: professor Oswaldo Seva,
novembro de 2005 - Nos últimos três anos, o fechamento
de comportas para iniciar a formação da represa,
foi iniciado de modo intempestivo, atropelado. Decisões
de engenharia tomadas por cima de passivos sociais e econômicos
acumulados, deixando cláusulas e compromissos da licença
ambiental não cumpridos. Barragens e represas são,
sim, ameaças à natureza. Deveriam isto sim, cuidar
muito bem das que já fizeram. Parece insanidade mental
uma agência reguladora de um serviço tão essencial
como a eletricidade e que trata de bens públicos como os
rios e a água, fazer rodadas de leilões onde as
prendas são as obras de arte da natureza.
Controle
da erosão marginal no Baixo São Francisco - uso
da bioen genharia de solos asso ciada à recuperação
da vegetação ciliar - por Igor Pinheiro da Rocha
DESSALINIZAÇÃO DE ÁGUA DO MAR NO LITORAL NORDESTINO E INFLUÊNCIA DA TRANSPOSIÇÃO DE ÁGUA NA VAZÃO DO RIO SÃO FRANCISCO - José de Sena Pereira Jr. Consultor Legislativo da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento Urbano e Regional - ESTUDO FEVEREIRO/2005. - A dessalinização, ou retirada dos sais dissolvidos na água, é um processo complexo, pois os sais estão fortemente ligados às moléculas da água, o que torna ineficientes os processos convencionais de tratamento de água, que são a floculação, a decantação e a filtração. São necessários, para realizar a dessalinização, processos físicos ou físico-químicos capazes de romper as forças de atração entre as moléculas da água e dos sais.
Uso de fogo na atividade agropecuária - Quimada Controlada -
Usar
fogo para limpar restos de cultura, área de pasto, canavial,
etc... é uma atividade que necessita de autorização prévia do
IBAMA. Veja aqui os cuidados que se deve tomar para que se possa
fazer uso dessa atividade de manejo agropecuário.
A
UTILIZAÇÃO DA FERTIRRIGAÇÃO COMO
TRATAMENTO SECUNDÁRIO DAS ÁGUAS RESIDUÁRIAS
DAS INDUSTRIAS DE SUCOS - Monografia de ALI APARECIDO NASRRALLAH,
apresentada ao Centro de Pós-graduação
das Faculdades Unificadas da Fundação Educacional
de Barretos, como requisito a obtenção do grau
de Especialista em Saneamento Ambiental, sob a orientação
do Prof. Ms. Francisco José Vela, 2003 - Busca-se neste
trabalho demonstrar a possível utilização
da fertirrigação como tratamento secundário
das águas residuárias das industrias de processamento
de frutas para a produção de sucos. Estima-se
que, essa forma de tratamento, represente de 30 a 50% do custo
do tratamento convencional
Potenciais e Desafios da Produção Familiar para o Mercado Orgânico
Um Estudo de Caso de Organizações no Nordeste e na Amazônia - Autor: Jochen Dürr Cooperante do DED-NAEA/UFPa
Fatos
florestais da Amazônia 2005 ( 4359Kb | Download
)
Livro que reúne dados sobre o setor madeireiro na Amazônia
a partir de levantamentos realizados em 2004.
Os
Caminhos da Experimentação Animal

Mudança
do Clima 01

Mudança do Clima 02
Mudanças
Climáticas e Sequestro de Carbono.Conceitos e cenário
brasileiro - Claudio Fraenkel - (27 kb zip)
Prevenção de desastres naturais: conceitos básicos - Uma equipe de 10 investigadores liderada pelo Prof. Masato Kobiyama da Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil, produziu em 2006 um livro sobre a prevenção de desastres naturais, cuja versão electrónica foi agora disponibilizada na plataforma Pluridoc. As principais secções deste documento incluem: conceitos básicos, prevenção de desastres naturais, desastres naturais e medidas preventivas a considerar para cada caso, e métodos de medição da chuva, assumindo particular relevância numa altura em que as alterações climáticas tendem a aumentar o número e intensidade deste tipo de ocorrências...
Jornalistas
em fase de extinção por Por Thaís Naldoni
(Revista Imprensa)
COMUNICAÇÃO
E MEIO AMBIENTE: O jornalismo como forma de conhecimento para a
precaução a danos ambientais. por Michele Cardoso
Pereira
Mídias
ambientais: por que financiá-las*? - Por Amyra El Khalili
Mídias
Ambientais: Financiando uma "Economia Sustentável"
- Por Amyra El Khalili
Programa
de Educomunicação Socioambiental
Jornalismo
Ambiental - A visão dos jornalista
Desafios
para mídia ambiental - Guto Amaral
Que
jornalismo queremos? - por Adalberto Wodianer Marcondes
Mídia
e Meio Ambiente - Uma análise da cobertura ambiental em três
dos maiores jornais de mídia no Brasil. por Márcia
Soares da Silva
Ascensão,
Declínio e Retomada do Verde na Mídia – monografia
de Cintia Rygaard (Rio de Janeiro, 05 de junho de 2002) - Este trabalho
tem por objetivo analisar o papel social de educador ambiental desempenhado
por profissionais de comunicação no processo de democratização
das informações ambientais.
"As
evoluções tecnológicas, principalmente da telemática
(telecomunicação mais informática), vêm
libertando a comunicação humana das barreiras do espaço
e do tempo. É inevitável que estes avanços
não exerçam fascínio nos profissionais de comunicação.
A interação via rede de computadores veio estimular
diálogos, encurtar distâncias,..." - Enviado
por Carine Simas da Silva - Famecos/PUCRS - Novembro de 2000 (40,7kb
zip)
Jornalismo
Ambiental – Por Ana Maria Alves Barbour (Prof. Orientador:
José Salvador Faro) - PIBIC-CEPE - Curso de Jornalismo- Faculdade
de Comunicação e Filosofia (Março de 2003)
Esta pesquisa tem a intenção de compreender a atenção
e a importância que jornais e jornalistas dão às
questões ambientais e qual o nível de formação
que os profissionais da área têm procurado adquirir
para exercê-la de fato. Além disso objetiva-se mostrar
a consciência social que se tem sobre a multidisciplinaridade
e transversalidade do tema ambiental e a dificuldade que os meios
de comunicação, bem como os que trabalham neles, têm
de abordá-lo dentro desta perspectiva.
RESORP
– Responsabilidade Social e Relações Públicas
- case teórico-prático do trabalho desenvolvido na
Sercomtel S.A. – Telecomunicações, durante todo
o ano de 2001 e o primeiro trimestre de 2002, visando à conclusão
do curso de Comunicação Social – Habilitação
em Relações Públicas, da Universidade Estadual
de Londrina (UEL). resorp@hotmail.com
MÍDIA
E MEIO AMBIENTE: LIMITES E POSSIBILIDADES - CIDOVAL MORAIS DE
SOUSA e FRANCISCO ASSIS MARTINS FERNANDES - Departamento de Comunicação
Social da Universidade
de Taubaté - uma breve revisão da literatura mais
recente a respeito do assunto, acrescentando exemplos atuais do
tratamento dispensado pelas grandes redes de comunicação
aos temas ambientais.
A
INFORMAÇÃO COMO INSTRUMENTO DE CONTRIBUIÇÃO
DA CONTABILIDADE
Textos
e artigos importantes sobre Comunicação e Jornalismo
Ambiental
Mídia,
Você é Verde? Uma Investigação sobre
a Difusão Midiática das Unidades de Conservação
- Maria Cecilia Trannin (ceciliamkt@terra.com.br
Orientadora: Profª Drª Marta de Azevedo Irving. Co-orientadora:
Profª Drª Rosa Pedro. Objetivo: Mapear a difusão
das Áreas Protegidas brasileiras através de dois eixos
centrais: mídia impressa e construtores de informação.
O
encalhe de uma baleia cachalote (Physeter macrocephalus) no Recife
sob o prisma da imprensa pernambucana: discussões sobre uma
pauta de meio ambiente - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
/ CENTRO DE TÉCNOLOGIA E GEOCIÊNCIA / DEPARTAMENTO
DE OCEANOGRAFIA / ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO
DE AMBIENTES COSTEIROS TROPICAIS - RECIFE - 2006 - Autor: LUÍS
BOAVENTURA DE ANDRADE NETO - Monografia apresentada ao Departamento
de Oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco como requisito
parcial à obtenção do título de especialista
em Gestão de Ambientes Costeiros Tropicais- RESUMO: Esta
pesquisa foi desenvolvida a partir do encalhe de uma baleia cachalote
(Physeter macrocephalus) na praia do Pina, Zona Sul do Recife no
dia 15 de dezembro de 2005. Com esse fato, surgiu o interesse de
verificar como a imprensa pernambucana noticiou essa pauta ambiental,
uma vez que por se tratar de uma tragédia ambiental pouco
comum em áreas urbanas do Estado, o assunto rendeu reportagens,
por exemplo, nas cinco emissoras (Canal 9, Rede Globo Nordeste Tribuna,
TV Jornal e TV Universitária) que atuam no Grande Recife
e nos três jornais impressos (Diario de Pernambuco, Folha
de Pernambuco e Jornal do Commercio) de maior referência em
Pernambuco. Nesse trabalho pode-se encontrar, ainda, um histórico
do jornalismo ambiental no Brasil, desde 1964, com Randau Marques
e, como essa prática tem sido feita em Pernambuco, analisando
a pauta do encalhe da baleia, para traçar os paradigmas desta
cobertura. Diante do exposto, o principal motivo para escolha do
tema desta monografia é para que ela sirva como um elo entre
a Gestão dos Ambientes Costeiros Tropicais e o Jornalismo,
facilitando o entendimento do meio ambiente e das ciências
entre os repórteres e a compreensão do trabalho da
imprensa entre os cientistas. Contatos com o autor: (81) 9192.0800
- email@luisboaventura.com.br
/ lboavetura@gmail.com
/ http://www.luisboaventura.com.br
Cidadania
Ambiental
/ ONGs / Terceiro Setor |
Peixes
grandes comem os pequenos - Por Marc Dourojeanni
Vida
de militante: um estudo sobre a complexidade do movimento ambientalista
- dissertação do curso de Mestrado em Sociologia Política
do Programa de Pós Graduação em Sociologia
Política (PPGSP) da Universidade Federal de Santa Catarina
apresentada pelo aluno André Geraldo Soares andre-gs@pop.com.br
ABONG
- NOSSA OPINIÃO: As OSs – organizações
sociais – e o esvaziamento do Estado
O CAJU COMO “COMMODITY AMBIENTAL” EM SÃO JOÃO DA BARRA - RJ (1965 – 2007) - RENATA FERREIRA PEREIRA - Monografia apresentada como exigência final do curso de pós-graduação LATO SENSU Direito e Gestão Ambiental na Faculdade de Direito de Campos sob orientação da Profª Amyra El Khalili, do Centro Universitário Fluminense – UNIFLU – Fa-culdade de Direito de Campos – RJ. - RESUMO: O cajueiro pertence à família Anacardiaceae, espécies relacionadas no gênero Anacardium, natural do Brasil, principalmente na costa litorânea. O cajueiro foi domesticado bem antes da chegada do homem europeu. Suas castanhas e “frutos” já eram usados peloS...
Reciclagem de óleos comestíveis usados - por Begha
Lindemberg e Vilma Homero
AS EMPRESAS FABRICANTES DE CIGARROS NO BANCO DOS RÉUS -
por Luiz C. M. Mônaco (Associação de Defesa
da Saúde do Fumante - ADESF )
Celular
em hospital representa risco para pacientes - Num raio de 1,5
metro, aparelho interfere no funcionamento de equipamentos médicos,
diz tese de mestrado defendida na Unicamp.
CONSUMO "VERDE", DEMOCRACIA ECOLÓGICA E CIDADANIA: POSSIBILIDADES DE DIÁLOGO? - Fátima Portilho - RESUMO:Com a industrialização, a concentração populacional urbana e o incentivo ao consumo como características básicas da sociedade moderna, os problemas sociais e ambientais se agravam. No processo de "ecologização da sociedade", diversos segmentos sociais vão, aos poucos, inserindo-se no movimento ecológico, motivados por diferentes fatores, abrangendo diversidades ideológicas e partindo de diferentes lugares, com diferentes ideologias a orientar seus discursos e suas práticas. A partir da composição do movimento ecológico como um movimento "complexo-multissetorial", o apelo do ambientalismo original para reduzir os padrões de consumo vem se transformando numa falsa questão, seja pelo progresso tecnológico, seja pela modificação do consumo através do "consumo verde" ou, ainda, pelas novas formas de exercício da cidadania através do consumo. O presente artigo procura destacar e relacionar dois importantes debates que surgiram na atualidade dentro dos meios ambientalizados: (1) o embate entre a redução ou modificação do consumo e (2) a possibilidade de uma democracia ecológica. Como questão central, procuramos discutir a possibilidade real de exercício da cidadania através do consumo seja ele "verde" ou não. Como conclusão inicial para esta análise, o consumo só seria verdadeiramente "verde" se permitisse uma interferência democrática nas políticas produtivas.
Impactos ambientais da produção de carne - Pecuária e desmatamento; pesca industrial e colapso de espécies oceânicas; aqüicultura e destruição de manguezais; suinocultura e poluição de lençóis freáticos; criação de animais para consumo humano e aquecimento global. Essas e outras relações perigosas estão presentes no caderno “Impactos ambientais do uso de animais para alimentação”, produzido pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB). Com o respaldo de fontes como FAO, ONU, WWF e IBGE, o caderno revela em que medida a produção industrial de carnes compromete a sustentabilidade em nosso planeta
Direito
& Legislação Ambiental |
LIMITES DO POLUIDOR PAGADOR E CONTRADIÇÕES RELACIONADAS À TRIBUTAÇÃO AMBIENTAL - Virgínia de Carvalho Leal - Sumário: 1. Caráter reparador da regra do Poluidor-pagador; 2. O Poluidor Pagador e o princípio da responsabilidade civil; 3. Poluidor Pagador, benefícios fiscais e reduções tributárias; 1. Caráter reparador da regra do Poluidor-Pagador. Recorrente perceber em trabalhos publicados sob a temática da Tributação Ambiental apontar-se o poluidor pagador como fundamento da incidência tributária ecologia, que autoriza a cobrança de exações tributárias ambientais. Um dos objetivos do presente trabalho é enfrentar tais afirmativas, buscando aprofundá-las ou...
Dissertação
de mestrado de direito constitucional pela UFC/UEPB- DIREITO AMBIENTAL
DO MANGUE
A
AUTO-DENÚNCIA NO DIREITO AMBIENTAL - por Zalor Nunes
Martins
A
COMPETÊNCIA MUNICIPAL NAS QUESTÕES AMBIENTAIS DE IMPACTO
LOCAL NO UNIVERSO DAS INFRAÇÕES ADMINISTRATIVAS - Neste trabalho serão abordados os principais aspectos envolvidos
na temática ambiental no âmbito municipal referentes
a atuação do Poder de Polícia, bem como, frente
às infrações administrativas ambientais previstas
na Lei Federal 9605/98.- por FÁBIO ALBERNAZ COSTA - 2004
MANGUEZAIS
DE ILHÉUS: O DESTINO E VIRAR BAIRRO por Reinaldo Martins
Lemos; Licenciado em Geografia, UESC/BA; Especializando em Educação
Geoambiental, FacSul/BA
RESUMO: A cidade de Ilhéus, fundada a partir do século
XVI, continua em processo de expansão urbana. Uma das formas
desta expansão é através do avanço da
urbanização sobre áreas de manguezais, causando
sérios problemas ao ecossistema. Os manguezais são
ecossistemas de grande diversidade ecológica, considerada
por muitos, berçário do ambiente marinho. O objetivo
deste trabalho é alertar as populações de Ilhéus
e região sobre o perigo na destruição deste
ecossistema e mostrar a sua importância.
Apostila de Legislação Ambiental sobre Licenciamento e Fiscalização - COMPONENTE: Desenvolvimento Institucional.- SUBCOMPONENTE: Licenciamento Ambiental. - PROJETO:ENTIDADE EXECUTORA: SECTMA/CPRH.O Meio Ambiente sofreu, por muito tempo, com a atividade predatória do homem, que estimulado por sua ganância, retirou-lhe, de forma irresponsável, sem controle ou planejamento, as riquezas naturais, em busca de um lucro. A resposta da natureza para essas atividades foi catastrófica e, a partir das três últimas décadas , os Governos mundiais passaram a se preocupar com meios legais de defesa contra...
TUTELA
DO ESTADO SOBRE OS RECURSOS HÍDRICOS - ASPECTOS JURÍDICOS
PUNITIVOS - POR JOSÉ ROBERTO GUEDES DE OLIVEIRA
LIMITES
DO POLUIDOR PAGADOR E CONTRADIÇÕES RELACIONADAS
À TRIBUTAÇÃO AMBIENTAL - por Virgínia de Carvalho Leal
Estudo
de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto ao Meio Ambiente
- EIA-RIMA
"Norma
da Autoridade Marítima para o Gerenciamento da Água
de Lastro" (NORMAM 20), assinada pelo Diretor de Portos e Costas
em 14JUN, com a entrada em vigor estabelecida para o dia 15OUT2005.
MANGUES
- IMPORTÂNCIA E PROTEÇÃO JURÍDICA -
por Élio Wanderley de Siqueira Filho
TUTELA
DO ESTADO SOBRE OS RECURSOS HÍDRICOS - ASPECTOS JURÍDICOS
PUNITIVOS - por
José Roberto Guedes de Oliveira RESUMO
- Sabedores que somos de que a água, elemento vital, tende
a escassear, pela ação depredatória do homem,
mais do que pela ação natural da evolução
terrena, urge propor algumas alternativas, no campo jurídico
punitivo, incumbência esta do Estado, tutelando o bem de uso
comum: 1º - redução do recurso na fase da ação
judicial, que normalmente protela e prejudica a aplicação
da sanção; 2º - alteração na legislação,
com o não parcelamento da pena pecuniária na condenação,
como efeito inibitório; 3º - progressividade e maior
tarifação na aplicação da pena pecuniária,
em função do grau e intensidade da ação
devastadora e 4º - aplicação da sanção
penal, civil e administrativa, distintamente ou cumulativas, afastado
o “bis in idem”.Com
estas propostas, temos certeza de que estaremos inibindo o depredador
ou degradador do meio ambiente, mormente nos recursos hídricos.
Isto posto, sairemos da fase da advertência (preventiva),
para entrarmos na fase repressiva (punitiva).O
rigor desta nossa proposta objetiva a conscientização
exemplar – até como elemento multiplicador –
já que o problema da água se avoluma, tendente a se
agravar no decorrer das próximas décadas, trazendo
sérios prejuízos ao país. Afinal, água
é fonte de vida e não há como substituí-la. A Água é o Ouro do Século XXI” - Senador
Bernardo Cabral (1997).
Quatro Cenários Econômicos para o Brasil 2008-2014 - Coordenação Geral e Supervisão Técnica: Claudio Porto - Coordenação Executiva: Rodrigo Ventura - Equipe de Elaboração: Claudio Porto/Rodrigo Ventura/Antonio Adolpho Pereira/Alexandre Mattos - Concepção Visual e Design: Luiza Raj - Apresentação: Há mais de 20 anos profissionais ligados à Macroplan trabalham com cenários. Durante este período mapeamos diversos cenários alternativos de longo e de médio prazos para o Brasil. Dois desses trabalhos foram publicados1, tendo sido, em seguida, objeto de acompanhamento...
Relatório
Final Bioma Mata Atlântica e Biomas Costeiros e Marinhos
Poluição
na Baía de Sepetiba - “Trabalho entregue como requisito
para a conclusão da disciplina de Ecologia Marinha”
Autor: Wiktor Waldemar Weibull Aluno de 6º período do
curso de Oceanografia da UERJ
Wasserman,
J.C. 2000. Estudo do Impacto Ambiental da Barra Franca de Saquarema
Benigno, E., Saunders, C., Wasserman, J.C. 2003. Estudo dos Efeitos
da Renaturalização no Regime Hídrico do Baixo
Curso do Rio São João
Wasserman,
J.C., Crapez, M.A.C. 2002. Efeitos da poluição por
óleo em sedimentos da Área de Proteção
Ambiental de Guapimirim, Rio de Janeiro
Wasserman,
J.C., Alves A.R., Kosawa A.M., Nuñez Retto M.L.S., Martins
Pereira, L.F., Barros, S.R.S., Sousa, F.C.A.M.F.2006. Avaliação
ambiental da laguna de Araruama, para subsidiar um programa de recuperação
e gestão. Relatório final de projeto APQ1 da FAPERJ.
27 pp.
http://www.uff.br/remadsuff/Biblioteca%20Virtual.htm
O
Ecoturismo e a Educação Ambiental - Alexandre
de Gusmão Pedrini (Organizador) pedrini@uerj.br
- reúne uma série de textos que evidenciam a relação
entre o ecoturismo e a essência do pensamento ambientalista,
sobretudo, representado pela educação ambiental. Para
encomendar o livro: www.papelvirtual.com.br
MONOGRAFIAS,
DISSERTAÇÕES E TESES RELACIONADAS À EA -
enviado por Antonio Fernando S. Guerra (guerra@cttmar.univali.br]
em 17 de outubro de 2002 08:06. Pede que os interessados se cadastrem
na lista EAPESQUISA (eapesquisa@fat.org.br)
e sugere maiores informações sobre a listacom a Haydée
(haydee@power.ufscar.br)
que modera a lista desde sua criação na ANPED –
Associação Nacional de Pesquisadores em Educação
Ambiental)
MERTZ,
Harri Gurth. A Educação Ambiental Não-Formal
como instrumento de sensibilização: o caso do Projeto
Linha Ecológica no Lago de Itaipu. 152 f. Dissertação
(Mestrado em Engenharia de Produção) - Programa de
Pós-Graduação em Engenharia de Produção,
UFSC, Florianópolis-SC, abril de 2004.
Ecologia
da Paisagem da Ilha de Vitória (ES) - Pesquisa Aplicada
PECADU - Programa Estudos e Cuidados Ambientais em Ambiente Urbano,
Programa de Ação para 2007/2008 - Responsáveis:
Daniela de Assis Percebo Teixeira e Fernando Antônio Dal Piero
- ceante@ceante.com.br CEANTE - Centro de Estudos e Aplicações
Para Novas Tecnologias Educacionais.
A
educação ambiental frente ao esfacelamento da cidadania
no governo Lula (2002-2006)
Ecoturismo
e a Educação Ambiental – por Alexandre de
Gusmão Pedrini (Organizador) - agpedrini@vetor.com.br
: Ecoturismo com Educação Ambiental: Discursos
e Práticas - Alexandre de Gusmão Pedrini e Milta Fonseca
Torgano; Educação Ambiental pelo Ecoturismo em Unidades
de Conservação: uma proposta efetiva para o Parque
Estadual da Pedra Branca (PEPB) – RJ - Nadja Maria Castilho
da Costa e Vivian Castilho da Costa; O ensino a distância
da Educação Ambiental direcionado para o Ecoturismo:
a experiência no curso de especialização por
tutoria a distância em Ecoturismo da UFLA/FAEPE (2000-2003)
- Cristhiane Oliveira da Graça Amâncio.
EDUCAÇÃO
AMBIENTAL NA UNIVERSIDADE: ESTUDO DE CASO DE UMA DISCIPLINA DE PÓS-GRADUAÇÃO
– por Uyara Guimarães Santos/
uyarags@ig.com.br e Alexandre de Gusmão Pedrini pedrini@uerj.br
- Laboratório de Ficologia e Educação Ambiental
/ Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes - Universidade
do Estado do Rio de Janeiro. RESUMO: Esta pesquisa aborda a Educação
Ambiental numa universidade do Rio de Janeiro, no nível de
Pós-graduação. É relatado como esta
temática é abordada, se é uma disciplina ou
não; se possui metodologia, segundo os pressupostos teórico-metodológico
da Declaração da Conferência Internacional de
Educação Ambiental (EA) de Tbilisi e se está
de acordo com a Política Nacional do Meio Ambiente (PONEA).
Serão apresentados os conceitos de Educação
Ambiental, e as mais importantes recomendações das
principais Conferências Internacionais sobre o tema. É
relatada a opinião de vários autores a respeito da
implantação da Educação Ambiental nas
Universidades, com suas dificuldades e porque é considerado
fundamental que a EA seja inserida através da interdisciplinaridade.
É feita entrevista com o professor responsável pela
disciplina e analisada sua documentação, como, a ementa
e a bibliografia adotada. Concluiu-se que ela possui caráter
metodológico.
EDUCAÇÃO
AMBIENTAL PARA O DESENVOLVIMENTO OU SOCIEDADE SUSTENTÁVEL?
UMA BREVE REFLEXÃO PARA A AMÉRICA LATINA - Revista
(Virtual) Educação Ambiental em Ação,
v. 17, 2006 (30/05/2006) - Alexandre de Gusmão Pedrini -
Doutor, professor-adjunto;Departamento de Biologia Vegetal, Universidade
do Estado Rio de Janeiro, Rua São Francisco Xavier, 524,
Pavilhão Haroldo Lisboa da Cunha, Sala 525/1, CEP 20550-013,
Rio de Janeiro, RJ, Brasil;. e-mail: pedrini@uerj.br
; e Maria Inês Meira Santos Brito - Mestra em Desenvolvimento
Sustentável – UnB; Professora da Universidade do Estado
da Bahia, Campus VI – Caetité; Consultora de Educação
Ambiental da Magnesita S/A e Xilolite – Brumado-Ba. e-mail:
pequenaflor8@hotmail.com
RESUMO: Um novo paradigma para a teoria e prática na Educação
Ambiental (EA) para Sociedades Sustentáveis (EASS) foi construído
com a aprovação da Carta da Terra (Tratado de EASS-TEASS)
durante a Rio-92. Mas, poucos foram os educadores que se preocuparam
em construir ou propor bases ou caminhos possíveis de como
poderia ser o processo de construção da EASS e das
suas bases epistemológicas. O objetivo desse trabalho foi
o de arrolar autores, essencialmente brasileiros que trataram da
EASS. A partir das idéias desses educadores elas foram apresentadas
e promovida uma reflexão sobre o tema. Esse artigo, também
enseja que educadores ambientais latino-americanos se debrucem sobre
esta questão, pois a construção da EASS ainda
constitui uma demanda urgente para a EA, sendo necessária
a produção de muito mais reflexões e pesquisas.
Educação
Ambiental e seus Outros - V Congresso Ibero-Americano de Educação
Ambiental, Joinville, Santa Catarina, Brasil, abril de 2006, por
Celso Sanchez (1 Aluno de doutorado do Programa de Pós-Graduação
em Educação, Pontifícia Universidade Católica
do Rio de Janeiro.) e Alexandre de Gusmão Pedrini (Universidade
do Estado do Rio de Janeiro, Instituto de Biologia, Departamento
de Biologia Vegetal; pedrini@uerj.br
). RESUMO: Este trabalho tem como objetivo convidar os educadores
ambientais para uma interlocução entre eles. A EA
vem sendo definida como uma modalidade educativa de caráter
interventivo, atenta às realidades socioambientais. Após
a Conferencia Intergovernamental sobre Educação Ambiental
de Tbilisi, promovida pela UNESCO e pelo Programa das Nações
Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), em 1977, a EA vem se entranhando
nos mais diferentes segmentos sociais e conseguiu engendrar uma
comunidade de atores sociais distintos, consolidando-se no final
dos anos 90, como um discurso político, chegando a conquistar
um status oficial outorgado na forma da Lei no. 9795 de 27 de abril
de 1999, conforme analisaram TRAJBER & COSTA (2001). No entanto,
o processo de lnstitucionalização não mostrou
consensos e uma confusão conceitual ronda o campo (PEDRINI,1998).
Intensas discussões vem sendo travadas em redes de debate
sobre o assunto, seja na internet ou em fóruns, seminários
e encontros, explicitando a necessidade de tratar-se do tema sobretudo
no que diz respeito a importância de se buscar uma análise
panorâmica da EA no Brasil e de suas tendências e práticas,
em especial no setor governamental onde se encontra maior carência
de discussões públicas.
http://www.mma.gov.br/estruturas/educamb/_arquivos/dt_02.pdf
SÓ
OS PEIXES MORTOS NÃO CONSEGUEM NADAR CONTRA A CORRENTEZA
Ref.:
MEIRA, Pablo; SATO, Michèle. Só os peixes mortos não
conseguem nadar contra a correnteza. Revista de Educação
Pública,Cuiabá(MT), v.14, n.25, p. 17-35, 2005. RESUMO:
Só os peixes mortos não conseguem nadar contra a correnteza
Estará a Educação Ambiental (EA) a ser suplantada
por uma nova orientação econômica? A década
(2005-2014), com direção para a Educação
para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) exige a troca de
lentes, perspectivando um olhar mais crítico à construção
das identidades da EA. Assumindo a impossibilidade de harmonia,
este texto quer evidenciar os campos de poder nos discursos presentes
dos sujeitos que atuam na educação.
COMPLEXIDADE, SOLIDARIEDADE E PARTICIPAÇÃO NO PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO PROGRAMA DE DESPOLUIÇÃO DA BAÍA DE GUANABARA – PEA/PDBG
Ref: CASTRO, Elza Maria Neffa Vieira de – UERJ ; BRANQUINHO, Fátima Teresa Braga – UERJ ; GE: Educação Ambiental /n.22; Agência Financiadora: Não contou com financiamento. Resumo:Este artigo descreve as atividades do Projeto de Educação Ambiental do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara - PEA/PDBG e analisa seus resultados, à luz da proposta que articula Educação Ambiental e formação de lideranças para atuação em Comitês de Bacias Hidrográficas.[1] Este projeto, executado no período 1998/2003 na Faculd |